domingo, 20 de maio de 2012

O QUE CABE AO PSICÓLOGO NA EQUIPE INTERDISCIPLINAR NAS ULTIMAS 48 HORAS DO PACIENTE MORIBUNDO?


Para Freud, a morte seria da ordem do inanalisável. Entretanto, a evidência de que é preciso abordar, a questão da morte aparece na necessidade que o sujeito, paciente moribundo, apresenta de ser escutado. Para ele, porém, o que se faz presente é uma urgência manifestada pela angústia da morte, uma angústia que surge como tantas outras: pela falta de significantes! Logo, nos parece óbvio que o lugar do psicólogo será o de escuta, possibilitando uma fala. Este lugar proporciona uma formação simbólica que tem como função dar continência a angústia, mesmo que somente em partes. O papel do psicólogo é o de facilitar espaços para despertar o sujeito em cada paciente. Sua prática envolve a arte da busca de sentidos! Cabe ao psicólogo interpretar o sintoma e manter o sujeito como foco central do cuidado...não a doença!

Carbonari;Souza;Radomile;Saldanha 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

A morte é sinônimo de saudades...