Maria Júlia Kovács
Reflexões e discussões sobre a temática: Morte, luto, depressão, suicídio e cuidados paliativos. Espaço para compartilhar minhas reflexões e inquietações ao longo de minha trajetória clínica e educacional, caminho esse em constante contrução. Morrer não dói, quando a morte chegar, não estaremos mais aqui! O que dói é viver sem existir, sem afeto e sem ser afetado pelo outro! A dor é possível de ser vivida quando compartilhada!
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Sobre perdas
A morte como perda nos fala em primeiro lugar de um vínculo que se rompe, de forma irre-versível, sobretudo quando ocorre perda real econcreta. Nesta representação de morte estãoenvolvidas duas pessoas: uma que é ‘perdida’ e aoutra que lamenta esta falta, um pedaço de sique se foi. O outro é em parte internalizado nasmemórias e lembranças. A morte como perdaevoca sentimentos fortes, pode ser então cha-mada de ‘morte sentimento’ e é vivida por todosnós. É impossível um ser humano que nuncatenha vivido uma perda. Ela é vivida conscien-temente, por isso é, muitas vezes, mais temidado que a própria morte. Como esta ultima nãopode ser vivida concretamente, a única morte éa perda, quer concreta, quer simbólica.
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texto completo - Luto na infãncia e suas consequências no desenvolvimento psicológico.
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