A educação para a morte não é nenhuma forma de preparação religiosa para a conquista do Céu. É um processo educacional que tende a ajudar os educandos á realidade da Vida, que não consiste apenas no viver, mas também no existir e no transcender.
Pires
Reflexões e discussões sobre a temática: Morte, luto, depressão, suicídio e cuidados paliativos. Espaço para compartilhar minhas reflexões e inquietações ao longo de minha trajetória clínica e educacional, caminho esse em constante contrução. Morrer não dói, quando a morte chegar, não estaremos mais aqui! O que dói é viver sem existir, sem afeto e sem ser afetado pelo outro! A dor é possível de ser vivida quando compartilhada!
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Aulas ministradas
-
O ser humano, marcado por sua característica de viver em sociedade, estabelecendo vínculos com aqueles que lhe cercam, e tendo como únic...
-
Saudades... é uma expressão que tem definição própria, só sinto saudades de algo que vivi e que em certa medida, afetou o curso de minha his...
-
Parece que quanto mais sabedoria a partir das experiências vividas, mas descubro minha solidão necessária. Olhar de forma nua a sociedade em...
Oi Fernanda!
ResponderExcluirCertamente, incluir a Pedagogia Espírita em qualquer contexto é de uma lúcida e imperiosa importância.
Há diversas pesquisas esclarecendo a "realidade Espírita" não no tocante ao dogma acrítico ou a exclusividade na posse do conhecimento, mas demonstrando a continuidade da vida após o desenlace corpóreo. Há pesquisas importantes como a do Dr. Sergio Felipe e Hernani Guimarães Andrade, para ficar entre os brasileiros, também há uma obra interessante denominada " Jung e Mediunidade" de Djalma Argollo.
O Espiritismo esclareceu questões "tabus" da nossa sociedade, que com o frenesi enlouquecido tem se esquecido de que a príncipal busca é aquela que o "ouro e a traça não corroem"...
Importante lembrar também, que questões como vida após a morte e a comunicabilidade com os Espíritos não são criações desta Doutrina. Há desde a cosmologia Egípcia, passando pelo Livro Tibetano dos Mortos até passar pelo Orfismo, que confere ao Espiritimos, e ao didatismo de Kardec a sistematização destes e outros ensinos, mas fugindo da ingênuidade intelectiva e até da mistificação para adentrar ao terreno da fé raciocinada, como aquela que " pode encarar a razão face a face".
Continuarei passando por aqui!
Até breve!