quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

A pedagogia Espírita e a educação para a morte

A educação para a morte não é nenhuma forma de preparação religiosa para a conquista do Céu. É um processo educacional que tende a ajudar os educandos á realidade da Vida, que não consiste apenas no viver, mas também no existir e no transcender.

Pires

Um comentário:

  1. Oi Fernanda!
    Certamente, incluir a Pedagogia Espírita em qualquer contexto é de uma lúcida e imperiosa importância.
    Há diversas pesquisas esclarecendo a "realidade Espírita" não no tocante ao dogma acrítico ou a exclusividade na posse do conhecimento, mas demonstrando a continuidade da vida após o desenlace corpóreo. Há pesquisas importantes como a do Dr. Sergio Felipe e Hernani Guimarães Andrade, para ficar entre os brasileiros, também há uma obra interessante denominada " Jung e Mediunidade" de Djalma Argollo.
    O Espiritismo esclareceu questões "tabus" da nossa sociedade, que com o frenesi enlouquecido tem se esquecido de que a príncipal busca é aquela que o "ouro e a traça não corroem"...
    Importante lembrar também, que questões como vida após a morte e a comunicabilidade com os Espíritos não são criações desta Doutrina. Há desde a cosmologia Egípcia, passando pelo Livro Tibetano dos Mortos até passar pelo Orfismo, que confere ao Espiritimos, e ao didatismo de Kardec a sistematização destes e outros ensinos, mas fugindo da ingênuidade intelectiva e até da mistificação para adentrar ao terreno da fé raciocinada, como aquela que " pode encarar a razão face a face".
    Continuarei passando por aqui!
    Até breve!

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A morte é sinônimo de saudades...